sábado, 28 de fevereiro de 2009

DENGUE: o descaso continua na Prefeitura de Itabuna


Em plena guerra declarada da população de Itabuna contra a dengue a Prefeitura Municipal não faz a lição de casa. O reservatório situado nos fundos da PMI é um verdadeiro oásis para a reprodução da larva do famigerado “Aedes Aegypti”. O estranho é que nenhum órgão de imprensa divulgou esta situação de descaso e irresponsabilidade depois que nosso blog denunciou. Enquanto isso pessoas estão morrendo vítimas desta nefasta epidemia.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Nossa Campanha Salarial é destaque na imprensa


Greve comandada pelo SINTRATEC na MALWEE/Camacan, em 19/2
Novas negociações na campanha do Sintratec

Como sequência da campanha salarial do Sintratec (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia), está prevista para hoje (27) uma rodada de negociações com a Trifil. No próximo dia 5, será com a Pênalti, no dia 9, com o Sindicato Patronal e no dia 11, com a Malwee. “Continuamos com o intuito de tentar finalizar a campanha na mesa”, afirma Jéser Cardoso, presidente do sindicato.Ele informa que houve alguns avanços nas rodadas realizadas nos dias 19 e 20, com a Malwee e a Pênalti, respectivamente. Na Malwee, situada em Camacan, os trabalhadores paralisaram as atividades no dia das negociações. Na mesa, a fábrica propôs um piso salarial de R$480,00, enquanto que a categoria quer, no mínimo, R$500,00. Para os demais salários, foi proposto um aumento de 6,48%, ao passo que os trabalhadores querem 20,48%. Também está sendo oferecido um abono salarial de R$35,00, pagos em uma só parcela.Já na Pênalti, como informa Cardoso, foi oferecido um piso de R$475,00 e um abono pago em seis parcelas de R$8,00. Quanto ao reajuste salarial, a fábrica propôs 10,44% para quem ganha entre R$500,00 e R$600,00 e 6,48% para os demais salários. A empresa sinaliza, ainda, uma redução de R$2,00 na taxa cobrada por cada refeição. Isso no caso dos trabalhadores que recebem o piso.Questionado sobre dificuldades nas negociações, o presidente do sindicato diz que na TRIFIL ocorrem os maiores impasses. “Até o momento a proposta deles é um piso de R$470,00”, exemplifica.

Assembleias

De acordo com Jéser Cardoso, na próxima semana serão realizadas assembleias para que os trabalhadores discutam as propostas feitas pelos patrões. “A tendência é não aceitar, porque entendemos que é um valor abaixo da necessidade”, adianta o sindicalista, reconhecendo que a Malwee avançou um pouco nas negociações após a paralisação de um dia. “Uma paralisação é inevitável enquanto as empresas não sinalizarem algo mais significativo”, completa.


Fonte: Jornal Diário do Sul de 27/02/09

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Bancários promovem dia “D” doação de sangue


Devido ao surto de dengue que assola a cidade, o Sindicato dos Bancários de Itabuna está promovendo para amanhã, sexta-feira, (27) um dia “D” coleta de sangue. A intenção seria armar o posto provisório na sede da Entidade, mas devido a qualidade do sangue, para o caso da dengue, o Sindicato está convocando a categoria e a comunidade para se dirigirem ao banco de sangue da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (Hospital Calixto Midlej - antigo Hospital Santa Cruz), das 7 às 17 horas.

Os pré-requisitos para a doação são: ter de 18 a 65 anos e pesar mais de 50kg. Para quem já é doador, deve-se respeitar o seguinte período de intervalo: homens 60 e mulheres 90 dias. Os doadores devem se identificar como participantes da campanha promovida pelo Sindicato dos Bancários de Itabuna.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Casa de ferreiro, mas espeto de pau



Enquanto crianças morrem de dengue hemorrágica e muitas pessoas, entre jovens e adultos lotam os hospitais de Itabuna, o Poder Público não faz a lição de casa. Estas fotos denunciam o descaso e a invigilância da prefeitura municipal no combate e prevenção da doença. Este tanque ou reservatório está localizado no fundo do imóvel da prefeitura, no bairro Banco Raso, com partes descobertas, cheio de água limpa, um verdadeiro oásis para a larva do Aedes aegypti.
Vale a pena lembrar que há dois dias mais uma criança morreu vítima da dengue hemorrágica. George Vinícius Farias, que tinha quatro anos, foi internado duas vezes no Hospital Manoel Novaes, vindo a falecer na última segunda-feira, dia 23 de fevereiro.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Solidariedade Classista


Os trabalhadores em supermercados estão em campanha salarial organizada pelo Sindicato dos Comerciários de Itabuna. A entidade está realizando diversas manifestações nos estabelecimentos com o objetivo de mobilizar a categoria e sensibilizar o patronato a atender as principais reivindicações dos trabalhadores.

Em rodada de negociação com o Itão realizada no dia 19/2, no escritório da assessoria jurídica do Sindsuper (sindicato patronal), o representante da empresa teve a cara de pau de propor um reajuste salarial de apenas 5%, valor inferior à inflação acumulada no ano.

O supermercado, que foi o principal patrocinador do Carnaval Antecipado de Itabuna e gasta uma fortuna em propaganda todos os meses, quer explorar ainda mais os trabalhadores.
Como forma de protesto, o Sindicato dos Comerciários realizou nesta sexta-feira, dia 20/2, a primeira atividade da campanha salarial em frente à empresa. Com o auxílio luxuoso da charanga do bloco Casados i Responsáveis, o Sindicato repudiou a proposta do Itão e seu “carnaval do arrocho salarial”. O protesto contou com o apoio da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, do Sindicato dos Bancários, Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e do SINTRATEC.

Dirigentes sindicai denunciaram as péssimas condições de trabalho na empresa, dentre as quais estão os baixos salários, a extrapolação da jornada de trabalho e a prática nefasta do assédio moral.
Incomodado com as acusações, a direção do Itão acionou o 15º Batalhão da Polícia Militar supondo que inibiriam o Sindicato. O tiro saiu pela culatra: não houve confronto com a polícia nem a manifestação parou com a chegada dos policiais.
A próxima rodada de negociação acontece dia 02 de março e até lá outras manifestações devem ocorrer.

Penalty oferece nova proposta aos trabalhadores


Em reunião de negociação ocorrida em 20/2, às 09 horas, com o SINTRATEC, a Penalty ofereceu a seguinte proposta para a campanha salarial de seus operários:

• Piso salarial de R$ 475,00 (quatrocentos e setenta e cinco reais)
• Redução de R$ 2,00 na alimentação para quem recebe o piso
• Abono salarial em seis parcelas de R$ 8,00 (oito reais)

A proposta foi rejeitada pelos trabalhadores que continuam mobilizados reivindicando os seguintes itens:


• Reajuste Salarial - Inflação do período de janeiro/08 a dezembro/08, conforme dados do INPC do IBGE, que são os seguintes:
• 7% (sete por cento) de Produtividade
• 7% (sete por cento) de Aumento Real
• Piso Salarial de R$ 550,00 (quinhentos e cinqüenta) reais, na admissão e após 30 (trinta) dias de R$ 600,00 (seiscentos) reais.

As próximas negociações agendadas serão as seguintes:

TRIFIL em 27/02/2009

PENALTY em 05/03/2009

SINDICATO PATRONAL em 05/03/2009

CAMPANHA SALARIAL 2009

MAIS EMPREGOS

MAIS SALÁRIOS!

MALWEE/Camacan não avança na proposta



Em reunião de negociação ocorrida após a paralisação da produção durante o dia 19/2, a MALWEE, indústria situada no município de Camacan, não avançou na rodada de negociação com o SINTRATEC. A reunião aconteceu no mesmo dia, às 17 horas e a fábrica ofereceu a seguinte proposta para a campanha salarial da categoria:
• Piso salarial de R$ 480,00 (quatrocentos e oitenta reais)
• Abono salarial de R$ 35,00 para ser pago no mês de abril

A proposta foi rejeitada pelos trabalhadores que continuam mobilizados reivindicando os seguintes itens:
•Reajuste Salarial - Inflação do período de janeiro/08 a dezembro/08, conforme dados do INPC do IBGE, que são os seguintes:
• 7% (sete por cento) de Produtividade
• 7% (sete por cento) de Aumento Real
• Piso Salarial de R$ 550,00 (quinhentos e cinqüenta) reais, na admissão e após 30 (trinta) dias de R$ 600,00 (seiscentos) reais.


CAMPANHA SALARIAL 2009

MAIS EMPREGOS

MAIS SALÁRIOS!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Operários da MALWEE/Camacan paralisam as atividades


Em resposta ao descaso e ao desrespeito patronal na campanha salarial em vigor, os trabalhadores da indústria MALWEE situada em Camacan paralisaram suas atividades hoje, 19/2, após manifestação e assembléia realizada pelo SINTRATEC na porta da fábrica.
Os trabalhadores decidiram parar a produção até que a empresa se manifeste favoravelmente ao pleito da categoria, o que até agora não aconteceu, pois a proposta apresentada em mesa de negociação que eleva apenas em R$10,00 o valor do piso salarial, foi duramente criticada pelo Sindicato e pelos trabalhadores. Está marcada para as 17 horas de hoje nova rodada de negociação entre a MALWEE e o SINTRATEC.
“Esperamos que a MALWEE mude sua postura e apresente proposta de reajustes salariais dignos”, ressaltou Jéser Cardoso, presidente do SINTRATEC.
A administração da MALWEE ordenou ataques de seus prepostos contra os dirigentes sindicais. O coordenador da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) Jairo Araújo, e o diretor do SINTRATEC Leandro Araújo foram agredidos fisicamente e prestaram queixas à delegacia da cidade.
A CTB e o SINTRATEC repudiam esse comportamento absurdo da MALWEE de agressão aos trabalhadores no cumprimento de prerrogativas constitucionais, o direito de se manifestar livremente contido na Carta Magna do país.

Campanha Salarial dos Trabalhadores Têxteis e Calçadistas
Mais Empregos. Mais Salários!
SINTRATEC – filiado à CTB

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Pedágio NÃO!


O Movimento Contra a Privatização das Rodovias realizou uma manifestação hoje pela manhã, no centro de Itabuna. Essa foi a segunda de muitas atividades que o movimento fará para mobilizar a região cacaureira contra a concessão das rodovias brasileiras à iniciativa privada. Na oportunidade foram distribuídos adesivos da campanha.

Para o movimento, a iniciativa do governo fere o direito constitucional de ir vir, já que não existem vias alternativas de acesso, além de evidenciar o caráter contraditório do governo Lula, que se elegeu com uma plataforma anti-privatista, em contraposição à política neoliberal de FHC.
A cobrança de pedágio irá onerar todo o transporte terrestre, do preço das passagens aos produtos e serviços. Toda a população, direta ou indiretamente, pagará o pedágio.
Participaram da atividade a CTB, SINTRATEC, os sindicatos dos Comerciários, Bancários, UJS, UEB, UNE, UBM e UNEGRO.

ALERTA À POPULAÇÃO


ATENÇÃO TRABALHADORES TÊXTEIS E CALÇADISTAS


A CTB – CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL JUNTAMENTE COM O SINTRATEC AVISA A TODOS QUE A NOSSA CIDADE ESTÁ EM ESTADO DE EMERGÊNCIA CONTRA A EPIDEMIA DA DENGUE

VOCÊ TAMBÉM PODE PARTICIPAR DESTA LUTA
MUITOS PACIENTES COM DENGUE ESTÃO PRECISANDO DE SANGUE NOS HOSPITAIS

EXERÇA SUA CIDADANIA HUMANITÁRIA
DOE SANGUE

NÃO SE ESQUEÇAM QUE A MELHOR SAÍDA É A PREVENÇÃO
NÃO DEIXE ÁGUA ACUMULADA NOS RECIPIENTES E MANTENHAM FECHADAS AS CAIXAS D’ÁGUAS E TANQUES

VAMOS TODOS UNIDOS CONTRA A DENGUE!


CTB - CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL
SINTRATEC

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Decretado estado de emergência contra a dengue


De acordo com o site Pimenta na Muqueca (http://www.pimentanamuqueca.com.br/) o prefeito José Nilton Azevedo, o Capitão Azevedo (DEM), decretou estado de emergência no município devido ao “agravamento epidemiológico de dengue”.
Segundo ele, essa é a condição necessária para que possa contar com mais ajuda dos governos federal e estadual no combate à doença. Azevedo alude em nota aos 600 casos de dengue registrados nos hospitais Manoel Novaes e Luís Eduardo Magalhães, fora os das unidades básicas de saúde.
O quadro epidêmico de dengue era anunciado. Em novembro, o Ministério da Saúde apontava Itabuna como líder nacional em índice de infestação predial de larvas do mosquito da dengue. Na época, o prefeito Fernando Gomes e o secretário de saúde, Jesuíno Oliveira, duvidavam das estatísticas e consideraram os números um “alarmismo”… Nada foi feito. Deu no que deu.
Entre domingo e a madrugada de hoje, a cidade registrou duas mortes com quadro suspeito de dengue hemorrágica. Um foi o da professora Rita Santiago, que lecionava nas redes estadual e municipal. Nesta madrugada, morreu Hanna Vitória Santos Miranda, de 4 anos. A criança estava internada no Hospital Manoel Novaes. (www.pimentanamuqeca.com.br)

Discriminação na concessão do seguro-desemprego é inaceitável


A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) considera inaceitável a intenção de restringir a ampliação do prazo do seguro-desemprego de cinco para sete meses a algumas categorias cujo mercado de trabalho está sendo relativamente mais afetado pela recessão exportada dos EUA. A dilatação do tempo em que o trabalhador (a) demitido (a) pode usufruir o benefício é bem vinda, é necessária e ajuda a enfrentar os efeitos da crise, tanto do ponto de vista social, amenizando os efeitos perversos do desemprego para as famílias assalariadas, quanto econômico, ao contribuir para sustentar, em certa medida, o consumo popular e a demanda em queda.
Discriminar categorias de trabalhadores é, porém, injustificável, ainda mais quando se sabe que o patrimônio do Fundo de Amparo ao Trabalhador ascende a centenas de bilhões de reais, de forma que o gasto com seguro-desemprego é relativamente insignificante. Além disto, mesmo tendo recuado significativamente nos dois últimos anos, o tempo médio em que o trabalhador e, principalmente, a trabalhadora permanecem desocupados nas metrópoles brasileiras é altíssimo, ficando em torno de 12 meses em São Paulo e ultrapassando 16 meses na Bahia.
A CTB, como outras centrais sindicais, defende a ampliação do seguro-desemprego para 10 meses para todas as categorias de trabalhadores, assim como o aumento do valor do benefício, sem exclusões ou discriminações, de forma a que nos aproximemos dos padrões mais avançados verificados em países como Alemanha e França. Esperamos que, em nome do bom senso, da igualdade e da universalização dos direitos sociais, o Ministério do Trabalho e Emprego e o Condefast reconsiderem a idéia de limitar a ampliação do prazo do benefício, que deve ser estendido, sem discriminação, ao conjunto da classe trabalhadora, inclusive os que não estão no mercado formal de trabalho.

São Paulo, 16 de fevereiro de 2009
Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sexta-feira 13 assombrou os patrões


Uma grande manifestação contra o arrocho salarial, o desemprego, a desculpa da crise mundial, as péssimas condições de trabalho e todos os males cometidos pelas empresas contra os trabalhadores foram colocados pra fora no protesto da "Sexta-feira 13 -Dia do Terror Salarial", em frente a unidade da TRIFIL, em Itabuna, no dia 13/2. A atividade contou com o apoio da CTB e de outras entidades sindicais.

Os operários têxteis e calçadistas não aceitam em hipótese alguma a falácia patronal em colocar a culpa na crise financeira mundial para não conceder reajustes satisfatórios para a categoria, oferecendo um percentual ínfimo de reajuste, o que na prática nivela os pisos salariais ao valor do salário mínimo.

"Realizaremos outras grandes manifestações até que o segmento patronal negocie com seriedade a nossa campanha salarial", frisou Jéser Cardoso, presidente do SINTRATEC.



Campanha Salarial 2009
Mais empregos
Mais salários!

Protesto do SINTRATEC repercutiu na imprensa


A manifestação do SINTRATEC realizada na última sexta-feira, 13 foi divulgada no blog do jornal Diário do Sul. Veja a matéria:


"Trabalhadores fazem manifestação na porta da Trifil

Os funcionários da Trifil, ainda em campanha salarial, farão na tarde de hoje uma manifestação na porta da fábrica. Através da peça teatral intitulada “sexta-feira 13 – Dia do terror salarial”, onde um ator simula o comportamento dos patrões, eles pretendem demonstrar sua insatisfação nas negociações por um piso salarial melhor.Segundo Jeser Cardoso, presidente do Sintratec (Sindicato das Indústrias Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia), na última rodada de negociações a fábrica propôs um piso de R$470,00. Já os trabalhadores, querem, no mínimo, R$500,00."


Morre operária da TRIFIL



A industriaria da Itabuna Têxtil S/A – TRIFIL, Arlete Maria de Jesus, faleceu na terça-feira, dia 10/2, vítima de um ataque fulminante por volta das 19 horas. Segundo informações, a operária vinha sofrendo de hipertensão e foi trabalhar normalmente na segunda-feira, 09/2, quando sentiu-se mal e foi levada para o Hospital de Base. Medicada, a operária foi para casa vindo a falecer no mesmo dia. Ainda segundo familiares, o quadro de saúde da trabalhadora foi aumentando após algum tempo de admissão na fábrica.
O SINTRATEC lamenta esse triste acontecimento e solidariza-se com a família de Arlete Maria de Jesus.
As condições de trabalho na TRIFIL onde a pressão, a insegurança e as ameaças de demissões a todo instante , principalmente no período do fim de 2008 quando a fábrica demitiu mais de quinhentos trabalhadores, pode acarretar danos à saúde dos empregados da empresa.

Pedágio NÃO!


Diga NÃO à privatização das rodovias


O SINTRATEC participou da manifestação coordenada pelo Movimento contra a Privatização da BR 101, realizado no dia 13 de fevereiro, na Praça Adami. Durante o ato sindicalistas distribuíram carta aberta à população denunciando os efeitos danosos que a privatização das rodovias trarão para a sociedade.
Dando continuidade ao plano nefasto de privatizações do governo FHC, o governo federal pretende realizar em novembro do corrente ano o leilão de privatização da BR 101 nos estados da Bahia 790 km; no Espírito Santo com 458 km e a BR 470 em Santa Catarina com 359 km. A alegação é a mesma de sempre: o velho discurso neoliberal de que Estado tem que se preocupar com outras questões, canalizar as verbas federais para outras direções. Agindo assim, o Estado assume que é incompetente e transfere a responsabilidade para a iniciativa privada, que por sua vez descarrega a conta nas costas do cidadão contribuinte, através dos famigerados pedágios, alargando ainda mais as cobranças de taxas e impostos no bolso do povo brasileiro. Em tese, a cobrança dos pedágios serviria para a conservação das rodovias.

Segundo Jéser Cardoso, presidente do SINTRATEC, o povo tem o direito constitucional de ir e vir, o que será negado com a privatização, já que o preço do pedágio acabará pesando no bolso do cidadão. " O governo tem que ter responsabilidade com as rodovias e conservá-las, pois arrecada milhões de reais com os impostos pagos pela população", assegurou.

Propostas da Kildare e Grendene são insuficientes



Aconteceu no dia 10/2, na sede da Federação das Indústrias da Bahia – FIEB, em Salvador, reunião de negociação entre o SINTRATEC e os representantes da Kildare e da Grendene. Representando os trabalhadores das duas fábricas estava o presidente do SINTRATEC, Sr. Jéser Cardoso acompanhado do assessor jurídico da entidade, Sr. Alberto Ferreira.
Como era de se esperar dado o comportamento da TRIFIL e da PENALTY nas reuniões de negociação ocorridas, os patrões alegaram os efeitos da crise mundial para apresentar a ridícula proposta de nivelar os pisos salariais dos trabalhadores para R$ 470,00 (quatrocentos e setenta reais), ou seja, R$ 5,00 (cinco reais) a mais do que o valor do salário mínimo. Além disso, propuseram para os demais salários o percentual de 5% (cinco por cento) mais a instituição do famigerado banco de horas. O SINTRATEC recusou a proposta ainda em mesa de negociação por entender de que a desculpa da crise mundial é um pretexto dos empresários em não conceder reajustes satisfatórios para os trabalhadores. Na realidade diversos setores do empresariado brasileiro, mesmo não sentindo os efeitos da crise financeira, estão utilizando desse discurso que está em moda, para lucrarem ainda mais e penalizar os trabalhadores. Demitem milhares de trabalhadores em nome de uma situação que não existe.
Segundo avaliação do diretor executivo da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Heitor Klein, em entrevista para a Agência Sebrae, houve uma queda das exportações nos últimos meses, porém a partir de abril deste ano há chances do movimento se inverter. Ainda segundo Klein, apesar de tudo, os efeitos da crise internacional não foram sentidos na cadeia produtiva nacional de calçados, conforme divulgação do portal da Agência Sebrae.
O SINTRATEC repudia a tentativa da Kildare e Grendene de colocar a culpa da crise nas costas dos trabalhadores. A hora é de intensificar a mobilização, participar das atividades do sindicato, nas assembléias, manifestações e até mesmo parar a produção dessas fábricas por melhores salários, garantia de emprego e condições dignas de trabalho.

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Operários da MALWEE rejeitam proposta da fábrica



A proposta da MALWEe de piso salarial no valor de R$ 475,00 (quatrocentos e setenta e cinco reais) foi prontamente rejeitada pelos trabalhadores em assembléia realizada na porta da fábrica, em Camacan, no dia 11 de fevereiro. Para os demais salários, a MALWEE ofereceu um reajuste de 6,48%, o que corresponde ao INPC do período.
Os operários disseram não por entender que a proposta da empresa não contempla a principal reivindicação da categoria que é o aumento real nos salários.
Como era de se esperar dado o comportamento das outras indústrias do setor nas reuniões de negociação ocorridas, os patrões alegaram os efeitos da crise mundial para apresentar essas propostas que na prática nivela os pisos salariais ao valor do salário mínimo. Na realidade diversos setores do empresariado brasileiro, mesmo não sentindo os efeitos da crise financeira, estão utilizando desse discurso que está em moda, para lucrarem ainda mais e penalizar os trabalhadores. Demitem milhares de pais de família em nome de uma situação que não existe e ainda insistem na desculpa esfarrapada e falaciosa da crise mundial como pretexto para não conceder reajustes satisfatórios para seus empregados.
O SINTRATEC continuará mobilizando os trabalhadores da MALWEE na busca por melhores salários e condições dignas de trabalho.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sexta-feira 13: dia de terror salarial


Sexta-feira 13: dia de terror salarial

Nesta sexta-feira, dia 13 de fevereiro, o SINTRATEC estará nas portas das fábricas TRIFIL, Kildade e Penalty para denunciar mais uma vez a postura que essas empresas estão mantendo na mesa de negociação da campanha salarial 2009 dos trabalhadores têxteis e calçadistas.
Numa atitude oportunista, utilizando-se e repetindo um discurso falso de que a crise mundial tem afetado assustadoramente estes setores, o segmento patronal insiste em nivelar os pisos salariais da categoria ao valor do salário mínimo e nem sequer aventam a possibilidade de ampliação de direitos para os trabalhadores.
O SINTRATEC reitera sua posição de não recuar na defesa dos direitos e dos salários dos trabalhadores que não devem pagar pelos supostos “efeitos” da crise de que tanto os patrões falam. Os protestos nas portas das fábricas nesta sexta-feira 13 significam a denúncia de que os trabalhadores estão passando mais um dia terror por culpa exclusiva da insensibilidade das administrações dessas fábricas.
Para se ter uma idéia, são mais de 11 anos que a TRIFIL discrimina, explora, humilha e persegue seus empregados. Numa total falta de consideração, a fábrica tenta esconder ou até jogar debaixo do tapete o esforço e a dedicação de seus trabalhadores durante todos esses anos, o que foi fundamental para que a empresa lucrasse cada vez mais. A Penalty e a Kildare também caminham nessa mesma direção de descaso e desrespeito em relação aos seus operários.
É preciso que toda a categoria se una nesta campanha salarial para vencer a mentira, a prepotência e a insensibilidade do setor patronal. O SINTRATEC repudia essa absurda atitude das fábricas que na prática tratam seus operários como se fossem inimigos e não valorosos trabalhadores e pais de famílias.Um comportamento desumano e infeliz, principalmente por parte da administração da TRIFIL.
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SINTRATEC – filiado à CTB

Sintratec mantém campanha salarial e repudia demissões


O Sintratec (Sindicato das Indústrias Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia), em campanha salarial desde novembro, repudia a série de demissões que vêm ocorrendo nas fábricas. Segundo Jéser Cardoso, presidente da entidade, a Trifil é quem mais vem demitindo. Foram cerca de 500 funcionários dispensados entre outubro e janeiro.“As empresas vêm usando a crise para demitir funcionários e para não aumentar os salários. Entendemos que é uma chantagem com os trabalhadores e com a comunidade. Temos dados de que a crise não afetou tanto o setor”, dispara o sindicalista.Em relação à campanha salarial, Cardoso informa que tem rodadas de negociações marcadas para hoje (10) e para o dia 12, e os trabalhadores se mantêm abertos a negociar. Entretanto, caso as empresas se mantenham inflexíveis, não está descartada a possibilidade de greve.A categoria reivindica, entre outros pontos, piso salarial de R$600,00 (o piso atual é de R$430,00), reajuste de 20,48%, ticket alimentação, transporte e alimentação gratuitos (hoje é descontado R$0,69 por refeição – R$12 a R$14 por mês – e no transporte desconta-se 6% - em média, R$25,00). “Hoje a cesta básica é dada como prêmio. Quem dá atestado perde”, explica o sindicalista.Ele esclarece que a campanha salarial abrange trabalhadores de seis fábricas (Trifil, Penalty – Itabuna e Itajuípe, Kildare, Malwee – Camacan, Grendene – Teixeira de Freitas). “Estamos negociando separado. Houve duas rodadas por empresa até então e o sindicato patronal terá reunião para negociar dia 10, dia 9 é com a Malwee e dia 12, com a Trifil”, detalha.O impasse, segundo o líder sindical, é principalmente devido à questão salarial. “Eles não aceitam as cláusulas sociais e as propostas financeiras também não agradam. A Malwee propõe reajuste de 6,48% para salários acima do piso e o piso em R$470,00, a Trifil ainda não definiu o reajuste e, em relação ao piso, propuseram o mesmo do governo, R$465,00, e a Penalty aceita o INPC (6,48% de reajuste) e piso de um salário”, pontua.A mais recente rodada de negociações foi na madrugada de ontem, quando houve uma assembléia da categoria. Na tarde de quarta, houve o “carnaval do arrocho salarial”, um ato de protesto na porta da Trifil. “No momento, esperamos avanço nas negociações, mas estamos conversando com os trabalhadores. Caso as empresas não mudem a postura, é possível que haja um movimento mais radical”, alerta Cardoso.

Fonte: jornal Diário do Sul

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A Queima Roupa


Grendene descumpriu Convenção Coletiva 2008
A empresa descumpriu a Cláusula 8ª da Convenção Coletiva no que diz respeito a troca de feriados. Os trabalhadores foram pressionados a assinar lista autorizando a empresa a funcionar normalmente sem o aval do SINTRATEC.
O Sindicato denunciou esta fraude ao Ministério do Trabalho.


GRENDENE não aceita os atestados médicos

A Grendene continua com a política perversa de não aceitar os atestados médicos dos trabalhadores. Até parece que os seus empregados são robôs, ou seja, não estão sujeitos às doenças. Vários trabalhadores se queixam de problemas relacionados às condições ruins de trabalho, o que geram acidentes e outras doenças ocupacionais.
O Sindicato exige que a empresa mude essa postura desumana imediatamente. A denúncia já foi encaminhada ao Ministério do Trabalho.


Supervisor da Confecção esta perseguindo as gestantes

Não bastassem as péssimas condições de trabalho para todos e todas, as futuras mamães do setor Confecções da TRIFIL têm passado maus bocados. É que o Supervisor do setor vem de todas as maneiras perseguindo as trabalhadoras. Não há pausa para o descanso e as operárias têm que agüentar uma extensa jornada de trabalho em pé. Isso sem falar que estão proibidas de trabalharem com outros tipos de calçados que não sejam os fechados, o que aumenta mais as dores no corpo, pois estando gestante, é normal que os pés das mulheres inchem, além de serem obrigadas a usar o agora apertado guarda-pó diante do crescimento da circunferência da barriga.
Um absurdo que o SINTRATEC já fez a denúncia junto ao Ministério do Trabalho.

Informe Jurídico


Mecânicos
Audiência sobre insalubridade

Aconteceu no dia 04/02 às 09:50 horas na 4ª Vara Trabalhista a audiência da Ação movida pelo SINTRATEC que solicita reconhecimento da insalubridade para os trabalhadores do setor Mecânico de acordo com a legislação em vigor.
A juíza do trabalho indicará dois peritos para verificar o ambiente de trabalho na TRIFIL. A próxima audiência será a do setor Tinturaria que está marcada para acontecer no dia 11/03 às 15 horas na 2ª Vara do Trabalho.

Ações Coletiva Revista Intima/Intervalo Intrajornada

O SINTRATEC realizou os pagamentos dos trabalhadores referentes ao mês de dezembro de 2008 no dia tal. Receberam o pagamento oito trabalhadores beneficiários das ações coletivas.
Para os próximos pagamentos o valor repassado para a ação coletiva será R$ 65.626,83 (sessenta e cinco mil seiscentos e vinte e seis reais e oitenta e três centavos). O Sindicato está aguardando o repasse pela Justiça para informar o dia dos pagamentos.

SINTRATEC solicita iluminação pública ao prefeito de Itabuna


Aconteceu no dia 03/02 às 17 horas, no gabinete do prefeito José Nilton Azevedo a reunião de iniciativa da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB, com o objetivo de levar ao executivo municipal as demandas dos movimentos sociais. A audiência contou com representação de vários sindicatos e entidades representativas da sociedade, entre eles o SINTRATEC, Bancários, Comerciários, Agentes Comunitários da Saúde (SINDIACS), Trabalhadores Rurais (STR), Servidores Municipais (SINDISERV), Professores (API/APLB), União das Associações de Bairros de Itabuna (UABI), Sindicato dos Radialistas e foi coordenada pelo ex-vereador Luis Sena.
Entre as várias reivindicações ao prefeito constante num documento da CTB, o SINTRATEC solicitou maior segurança nos bairros, principalmente no período noturno e durante a madrugada, nos pontos de ônibus onde ocorrem inúmeros assaltos contra os trabalhadores das fábricas.
O prefeito agradeceu a presença maciça dos sindicalistas e prometeu apreciar as reivindicações. Além disso, cada entidade será recebida pelo prefeito em reuniões, ficando a do SINTRATEC para o dia 26/02.

Está no ar o blog do SINTRATEC



Os trabalhadores têxteis e calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia têm agora mais um canal para obter informações sobre o mundo do trabalho, especialmente sobre os problemas que os acometem no dia a dia do chão da fábrica. Está no ar o blog do SINTRATEC. Acesse http://www.operariosnarede.blogspot.com/ e fique por dentro das notícias da nossa campanha salarial e das atividades desenvolvidas pelo seu sindicato. Além disso, o blog divulgará as principais notícias da região.
Fique bem informado: acesse http://www.operariosnarede.blogspot.com/ e deixe seu comentário e sugestões.

Carnaval do Arrocho Salarial


SINTRATEC realiza Carnaval do Arrocho Salarial

Em manifestação denominada “Carnaval do arrocho salarial”, o SINTRATEC mais uma vez esteve em frente a TRIFIL, no dia 04/02, às 13:45h para protestar contra a postura da fábrica em relação à nossa campanha salarial. O protesto contou com apoio dos sindicatos dos Bancários, Comerciários e da CTB.
Durante a manifestação os sindicalistas hipotecaram apoio aos operários da TRIFIL e repudiaram a forma como a empresa tem se comportado em mesa de negociação, quando oferece reajustes ínfimos para a categoria, a exemplo da proposta de pagar apenas o salário mínimo para os trabalhadores que ganham piso.
O que nós queremos:
• Reajuste Salarial - Inflação do período de janeiro/08 a dezembro/08, conforme dados do INPC do IBGE, que são os seguintes:
• 7% (sete por cento) de Produtividade
• 7% (sete por cento) de Aumento Real
• Piso Salarial de R$ 550,00 (quinhentos e cinqüenta) reais, na admissão e após 30 (trinta) dias de R$ 600,00 (seiscentos) reais
• Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução dos salários
Parágrafo Único: A empresa fica obrigada a suprimir o trabalho aos sábados e domingos
• Planos de Cargos e Salários
• Alimentação Gratuita e de Qualidade
• Ticket Alimentação de 20% (vinte por cento) do piso salarial da categoria
• Transporte Gratuito e de Qualidade
• Construção de Creche ou Auxilio Babá
• Estabilidade por Licença Maternidade
• Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade

CAMPANHA SALARIAL 2009: Não vamos pagar o preço da crise


Em campanha salarial por melhores salários e condições dignas de trabalho os trabalhadores têxteis e calçadistas do sul e extremo da Bahia estão mobilizados contra as artimanhas das fábricas TRIFIL, Kildade, Penalty, Grendene e Malwee, que usando a desculpa da crise mundial querem nivelar os pisos salariais da categoria ao valor do salário mínimo.
Como se não bastasse essa postura oportunista, já que os efeitos da crise econômica não foram sentidos pelo setor, como publica a grande imprensa nacional, as indústrias estão semeando o terror do desemprego, numa guerra declarada contra a categoria e o SINTRATEC, numa atitude chantagista e deplorável, usando esse discurso falso para tentar instituir o arrocho salarial na mesa de negociação.
Matéria pública no site Folha Online, o presidente da Abit ( Associação Brasileira da Indústria Têxtil), Agnaldo Diniz, avalia que em 2009, o setor deverá criar 35 mil empregos, pois com o dólar mais caro a perspectiva é que aumentem as exportações e diminuam as compra de outros países, o que acaba beneficiando a balança comercial do setor, que vinha sofrendo com a concorrência de outras nações, principalmente a China. Com a redução do dólar e as importações em queda, “haverá mais espaço para o aumento da produção interna”, afirmou Diniz.
O SINTRATEC continuará mobilizando os trabalhadores contra o desrespeito, a mentira e a chantagem patronal.
O que nós queremos:

• Reajuste Salarial - Inflação do período de janeiro/08 a dezembro/08, conforme dados do INPC do IBGE, que são os seguintes:

• 7% (sete por cento) de Produtividade

• 7% (sete por cento) de Aumento Real

• Piso Salarial de R$ 550,00 (quinhentos e cinqüenta) reais, na admissão e após 30 (trinta) dias de R$ 600,00 (seiscentos) reais

• Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução dos salários

Parágrafo Único: A empresa fica obrigada a suprimir o trabalho aos sábados e domingos

• Planos de Cargos e Salários

• Alimentação Gratuita e de Qualidade

• Ticket Alimentação de 20% (vinte por cento) do piso salarial da categoria

• Transporte Gratuito e de Qualidade• Construção de Creche ou Auxilio Babá

• Estabilidade por Licença Maternidade

• Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade









Mais empregos



Mais salários!


Campanha Salarial 2009

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Penalty e TRIFIL endurecem nas negociaçõe

Campanha Salarial 2009

Penalty endurece nas negociações

Aconteceu ontem 04/02 às 17 horas reunião de negociação entre a Penalty e o SINTRATEC e como era previsível a empresa usou o discurso falso da turbulência na economia mundial como pretexto para não conceder reajustes dignos aos trabalhadores. A tentativa de justificar o descaso, a falta de respeito e a vontade de continuar essa política de arrocho salarial, é uma maneira da Penalty jogar a culpa da crise nas costas dos trabalhadores, o que não será aceito pelo SINTRATEC.
“Vamos fazer nosso papel e esperamos que os empregados da Penalty entenda este importante momento que é a nossa campanha salarial. A conversa fiada da fábrica não vai nos intimidar, pois analistas dizem que a crise não afetou o setor têxtil nem o calçadista no país”, comentou Jéser Cardoso, presidente do SINTRATEC.
Com esse discurso falacioso, a fábrica apresentou a seguinte proposta para os trabalhadores que nivela o piso salarial ao valor do salário mínimo:

Proposta da Penalty

> Piso salarial R$ 465,00
> Demais salários ficam com reajuste de 6,48% (INPC)
>

A proposta da empresa já foi rejeitada pelos trabalhadores.



TRIFIL segue o mesmo caminho do desrespeito

Repetindo o mesmo lenga lenga das outras empresas, a TRIFIL também segue desrespeitando os trabalhadores com a proposta abominável do piso salarial igual ao salário mínimo.
Depois que o SINTRATEC em nota à imprensa desmistificou a alegação da fábrica revelando que o setor têxtil não foi afetado pela crise financeira mundial, a TRIFIL tem tentado formar a opinião pública, usando tática terrorista através dos meios de comunicação, afirmando que as demissões ocorrida foi devido à crise.. Na verdade as empresas estão usando a crise para demitir pais de família e deixar os trabalhadores na insegurança e com medo das demissões. Uma tática desumana utilizada pela TRIFIL que há onze anos vem lucrando na região com o esforço dedicado de seus empregados. A ridícula proposta da fábrica já foi rejeitada pelos trabalhadores e o SINTRATEC continuará mobilizando os operários para o enfrentamento da mentira, do descaso, da truculência e da chantagem terrorista.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Não à privatização da BR 101



Em reunião realizada no dia 03/02 na sede do Sindicato dos Comerciários, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e sindicatos filiados decidiram criar o Movimento Contra a Privatização da BR 101, com o objetivo de barrar a concessão da rodovia à iniciativa privada. Até novembro de 2009 o Ministério da Cidades pretende leiloar mais de 3,6 mil quilômetros de rodovias Brasil afora.
A CTB condena a iniciativa do governo Lula, que “utiliza o mesmo expediente do governo neoliberal de FHC”. Para os membros da Central, a privatização das rodovias brasileiras e o pagamento de pedágio sob o pretexto de ter estradas de boa qualidade só serve para eximir o governo de sua responsabilidade de cuidar das rodovias e arrochar ainda mais a população, que já paga diversos impostos.
Segundo Jorge Barbosa, coordenador da CTB/Regional Sul da Bahia, o movimento deve ser o mais amplo possível, já que a privatização da rodovia afetará toda a população, independente de ser proprietário de carro ou não. A cobrança de pedágios levará inevitavelmente ao aumento das passagens dos ônibus intermunicipais e dos fretes das mercadorias. "Por isso, nós da CTB pretendemos buscar apoio dos movimentos sociais, entidades sindicais e estudantis, mas também de instituições ligadas ao setor empresarial como Apemi, CDL, Associação Comercial, entre outras organizações da sociedade civil", destacou Jorge.
O presidente do Sindicato dos Comerciários, Jairo Araújo, alertou para a importância de envolver também os prefeitos e presidentes das câmaras de vereadores das cidades entornadas pela BR. Nesse sentido, a Central deve marcar uma audiência com o futuro presidente da Amurc.
No dia 12 de fevereiro acontecerá uma nova reunião ampliada, na Câmara dos Vereadores, às 17 horas, que irá debater e organizar a proposta de manifestação que ocorrerá no dia seguinte, 13/02, na Praça Adami. Na oportunidade serão distribuídos panfletos e adesivos contra a privatização.
Além da CTB, participaram da reunião os sindicatos dos Comerciários, Bancários, Sintratec (Têxteis e Calçadistas), Sindiacs (Agentes Comunitários de Saúde), Sindserv (Servidores Públicos Municipais), Uabi (União das Associações de Moradores de Itabuna) e Febacs (Federação Baiana dos Agentes Comunitários de Saúde).

Prefeito recebe reivindicações do movimento sindical




Aconteceu no dia 03 de fevereiro audiência entre o movimento sindical de Itabuna e o prefeito Nilton Azevedo. Agendada pelo vice-presidente do Sindicato dos Bancários, Luís Sena, estiveram presentes representantes da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Sindicato dos Bancários, Comerciários, Têxteis e Calçadistas, Professores (API/APLB), Servidores Municipais, Trabalhadores Rurais, Agentes Comunitários, Radialistas e UABI (União das Associações de Bairros de Itabuna).
Na oportunidade, Jorge Barbosa, em nome da CTB apresentou diversas reivindicações ao prefeito assim como sugestões nas áreas de inclusão social, esporte, cultura e meio ambiente. As demais entidades também se pronunciaram e logo após o prefeito agradeceu a presença de todos e se dispôs ao diálogo determinando o agendamento de audiências com cada entidade a fim de dar os devidos encaminhamentos.
O Sindicato dos Bancários cobrou mais uma vez a pavimentação da Rua K, no bairro Nova Itabuna (Clube dos Bancários), assim como o fortalecimento do PROCON e a fiscalização do cumprimento da Lei dos 20 Minutos nas Filas dos Bancos.
O presidente do SINDSERV (servidores municipais) Aristóteles Bispo e Jorge Barbosa (CTB), cobraram do prefeito o pagamento dos salários atrasados dos servidores da Saúde, tendo como resposta que já foram pagos os salários atrasados do mês de novembro, os de dezembro até R$ 511,00 (quinhentos e onze reais), e os demais serão pagos até o final deste mês, dentro da disponibilidade orçamentária. Caso não seja possível que até o final de março regularizará tal pendência. Além disso, já deliberou que os salários de todos os servidores serão pagos até o final de cada mês e que reconhece a data-base da categoria e dispôs-se a iniciar as negociações coletivas.
Segundo Jorge Barbosa, os segmentos organizados da sociedade devem se pronunciar frente aos poderes executivo e legislativo municipais, a fim de apresentarem suas idéias, tanto do ponto de vista de reivindicações como de sugestões nas áreas administrativas e fiscalizatórias. Especialmente o movimento sindical por lidar com as contradições capital e trabalho e participar permanentemente de debates de temas que vão de relação de trabalho a cultura e meio ambiente, tem muito a contribuir para a conquista de qualidade de vida em nossos municípios.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Assembléia dos trabalhadores da TRIFIL, PENALTY e KILDARE






Assembléia dos trabalhadores da TRIFIL, PENALTY e KILDARE




O SINTRATEC está convidando todos os operários e operárias das indústrias TRIFIL, PENALTY e KILDARE para assembléia que será realizada na próxima sexta-feira, dia 06 de fevereiro, no auditório da Associação dos Professores de Itabuna (API), situado na Praça Adami, Centro. Para contemplar toda a categoria serão realizadas duas assembléias, sendo que a primeira ocorrerá às 9 horas e a segunda às 15 horas.
Estaremos discutindo e informando sobre o andamento da campanha salarial 2009, o resultado das negociações que estão ocorrendo com a direção da fábrica e deliberaremos as próximas ações que serão implementadas pela entidade sindical que conta com a unidade e a participação dos trabalhadores.
“O Sindicato está fazendo a parte que lhe cabe, que é o de aglutinar o maior número de trabalhadores para a luta em defesa de melhores salários e condições dignas de trabalho. Contamos agora com a participação em peso da categoria. Os trabalhadores entendem que este e um momento importante, pois da nossa mobilização é que depende um resultado satisfatório para todos e todas”, afirma Jéser Cardoso, presidente do SINTRATEC.



Vamos todos participar das importantes assembléias!




Dia: 06/02/09
Local: auditório da API na Praça Adami – Centro
Horários: 9h e 15 horas





Campanha Salarial 2009
Mais empregos, mais salários!
Os trabalhadores não podem pagar o preço da crise.





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

CAMPANHA SALARIAL 2009 JÁ ESTÁ NAS RUAS


Campanha Salarial 2009
Trabalhadores exigem reajuste salarial e garantia no emprego


O SINTRATEC realizou uma série de manifestações nas portas das fábricas reivindicando das empresas reajustes salariais e melhorias nas condições de trabalho, além da estabilidade no emprego frente à crise mundial gerada pelo sistema capitalista. Os protestos ocorreram na primeira quinzena deste mês em plena campanha salarial onde o SINTRATEC exigiu das fábricas reajuste nos salários dos trabalhadores no percentual de 20,48% (correspondente ao INPC do IBGE, produtividade e ganho real). Além do reajuste consta na pauta de reivindicações itens como adicionais de insalubridade e periculosidade, entre outros benefícios e direitos para a nossa categoria.
“Não podemos deixar que a culpa desta crise caia nas costas dos trabalhadores, principalmente no setor têxtil que com a alta do dólar está produzindo e mantendo suas margens de lucro”, frisou Jéser Cardoso, presidente do Sindicato.

Principais Reivindicações:


Reajuste Salarial - Inflação do período de janeiro/08 a dezembro/08, conforme dados do INPC do IBGE, que são os seguintes:
• 7% (sete por cento) de Produtividade
• 7% (sete por cento) de Aumento Real
• Piso Salarial de R$ 550,00 (quinhentos e cinqüenta) reais, na admissão e após 30 (trinta) dias de R$ 600,00 (seiscentos) reais.
• Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução dos salários
Parágrafo Único: A empresa fica obrigada a suprimir o trabalho aos sábados e domingos.
• Planos de Cargos e Salários
• Alimentação Gratuita e de Qualidade
• Ticket Alimentação de 20% (vinte por cento) do piso salarial da categoria
• Transporte Gratuito e de Qualidade
• Construção de Creche ou Auxilio Babá
• Estabilidade por Licença Maternidade
• Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade


Novo Salário Mínimo é de 465,00 reais


O novo salário mínimo de R$ 465,00 (quatrocentos e sessenta e cinco reais) definido pelo governo federal passou a vigorar desde o dia 1º de fevereiro. Segundo ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Carlos Lupi, o novo mínimo vai injetar R$ 23,1 bilhões no mercado interno durante este ano, mantendo a geração de emprego forte mesmo diante da crise financeira internacional.
O ministro ainda afirmou que o governo, através do Ministério do Trabalho e Emprego está concluindo proposta de criação de novo mecanismo contra a crise - um incentivo para que as empresas evitem demissões.


MALWEE descumpriu o Acordo Coletivo


A empresa Confecções Camacan Ltda MALWEE descumpriu acordo coletivo 2008, no que diz respeito à Ausência Justificada, especialmente por motivo de acompanhamento de filho ao médico.
Segunda a Procuradora do Trabalho Dr. Elisiane dos Santos, diante dos termos da referida cláusula 12ª do Acordo Coletivo de Trabalho, não existe controvérsia. No seu entender, a empresa que se portar desta maneira está descumprindo norma coletiva, uma vez que está clara em considerar como ausência justificada o acompanhamento de filho até 12 anos ao médico, assim como demais hipóteses. A empresa poderá ser enquadrada e punida por ter desrespeitado a legislação trabalhista.


Informe Jurídico: Ação Coletiva e Insalubridade


Foi marcada para o dia 04/02/2009 a audiência da ação coletiva sobre insalubridade. O Sindicato tentou negociar com a TRIFIL mais a empresa não avançou nas negociações sobre a Ação Judicial promovida pelo SINTRATEC defendendo que os mecânicos têm direito aos percentuais estabelecidos por Lei.
O envolvimento dos mecânicos nas mobilizações da nossa campanha salarial será muito importante para ajudar nas negociações da ação coletiva. A nossa união com participação nas atividades desenvolvidas pelo Sindicato tem bastante força para dobrar as investidas maléficas dos patrões.


Banco de Horas ilegal na Penalty


Os trabalhadores da Penalty unidade de Itabuna estão sendo obrigados a trabalhar fora da jornada de trabalho normal em troca de folgas. Um expediente ilegal, já que pela legislação trabalhista a jornada normal de trabalho somente poderá ser ampliada por motivo de força maior. Nestes casos, para que o empregador possa legitimamente exigir trabalho em horas extras suplementares, deverá haver acordo escrito entre as partes ou através dos sindicatos. Fora destes casos, o trabalhador pode se recusar a trabalhar além das horas estabelecidas em contrato, mesmo sendo pago a ele o valor das horas extras.
Além disso, é preciso saber se a empresa está cumprindo a legislação que prevê tal expediente, pois o Banco de Horas é a compensação do excesso de horas trabalhadas em um dia, nunca excedente a dez horas, pela correspondente diminuição em outro dia.



Cadê a luz que tava aqui?


No setor Malharia da TRIFIL trabalha-se quase no escuro, ou seja, não há iluminação suficiente que garanta qualidade no trabalho e por conseqüência deve estar comprometendo a visão dos trabalhadores. As lâmpadas que não servem mais não estão sendo substituídas como deveriam.
O SINTRATEC exige a melhora naquele ambiente de trabalho e já relatou denúncia junto ao Ministério do Trabalho.



Chefe da Firsan quer dá uma de médica


Tudo acontece na TRIFIL. Agora uma chefe do setor Firsan se acha na autoridade de “selecionar” quem está ou não doente. Se tiver um operário na enfermaria a chefona não libera mais nenhum outro trabalhador. Uma situação pra lá de estranha, pois com esse procedimento a empresa está se negando a prestar socorro aos seus empregados, o que é um crime. Imagine se um operário estiver enfartando e a “doutora” se negar a encaminhá-lo ao departamento médico. Eu hein!
Nunca é bastante lembrar que mais de 100 trabalhadores do setor foram acometidos por LER/DORT entre outras doenças ocupacionais. E o número de doentes só faz crescer.


Que ônibus é esse?


Os operários TRIFIL que utilizam a linha 30 estão revoltados, pois o transporte coletivo é de péssima qualidade, não há conforto nenhum. Esta situação já se desenrola há vários meses sem que a direção da fábrica tome providências.
Até quando a TRIFIL irá tratar seus empregados como inimigos?


Fiscal de Banheiro


Tem uma Supervisora do setor Costura que está se dando ao trabalho de fiscalizar os trabalhadores que se dirigem ao banheiro. Fiscaliza de maneira ostensiva, ou seja, marcando o tempo em que o cidadão ou cidadã gasta para aliviar as necessidades fisiológicas. Será que essa senhora não tem mais o que fazer?


Ações Coletivas Revista Íntima e Intervalo Intra-Jornada


Como previsto no acordo homologado na justiça, a Itabuna Têxtil S/A - TRIFIL terá de pagar neste ano o aporte de R$ 131.253,66, sendo dividido entre as ações coletivas, o sindicato (R$ 65.626,83) e Ações individuais Justiça (R$ 65.626,83). O calendário com os devidos pagamentos aos beneficiários será divulgado nos próximos dias.


Ônibus lotado na Penalty


Mais uma vez estamos aqui denunciando a falta de respeito da Penalty para com seus empregados. Agora, não bastando a superlotação dos ônibus, quando chove há ocorrências de “pinqueiras” no buzú, molhando os trabalhadores.
O SINTRATEC exige que a administração da Penalty regularize esta situação de descaso e falta de compromisso com a saúde e com a boa produtividade do trabalhador.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Carta aberta aos trabalhadores da Itabuna Têxtil –TRIFIL


Já iniciamos a nossa Campanha Salarial desde o mês de novembro de 2008 e até agora a TRIFIL não apresentou proposta de fechamento de acordo que contemple as nossas principais reivindicações. Estamos exigindo 20,48% de reajuste nos salários de todos os operários e operárias da fábrica, o que corresponde a variação no período do Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) do IBGE, além de produtividade e aumento real nas faixas salariais.
Será necessário a partir de agora que nós trabalhadores entendamos este importante momento de decisão sobre os nossos salários e direitos que nos acompanharão o ano inteiro e dediquemos a intensificar a mobilização, participando das atividades do nosso Sindicato, sejam nas assembléias, reuniões, manifestações e até paralisação da produção se for o caso. Da nossa atitude é que venceremos a truculência, o desrespeito, o descaso e a falácia patronal de que o país vive um momento de crise econômica e querem jogar a culpa da crise do capitalismo nas nossas costas.
Alguns setores da economia foram afetados pela crise mundial, mas este não é o caso do setor têxtil. Segundo analistas, a elevação do dólar e conseqüentemente o realinhamento da moeda americana, se por um lado, eleva o faturamento nas exportações, por outro, inibe a importação de produtos acabados na Ásia (a grande queixa do setor), ampliando a competitividade no mercado interno. Neste cenário, o setor têxtil vem se expandindo em todo o país. Portanto, não vamos acreditar nessa história pra boi dormir!
É hora de conversamos com nossos colegas do chão da fábrica, apoiar as ações do SINTRATEC, pois só com a categoria unida em torno de seu sindicato é que poderemos arrancar dos patrões um acordo salarial digno.
Os trabalhadores da TRIFIL exigem:
Ø Aumento real nos salários;
Ø Estabilidade no emprego;
Ø Redução da jornada sem redução dos salários.
Campanha Salarial 2009
Mais empregos, mais salários!
SINTRATEC – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia
Filiado à CTB

TRIFIL tenta chantagear os trabalhadores e a sociedade com demissões em massa


Na tentativa de continuar pagando salários aviltantes aos seus empregados a Itabuna Têxtil S/A – TRIFIL utiliza-se de expedientes sórdidos, a exemplo das constantes demissões e chantagens contra os trabalhadores quando ameaça não conceder o reajuste pleiteado pela categoria que está em plena campanha salarial, alegando os efeitos da crise econômica mundial. O SINTRATEC já contabilizou cerca de quinhentas demissões de operários na fábrica desde outubro de 2008.
Essa postura de vítima da crise que a fábrica apresenta para a sociedade está se refletindo na mesa de negociação quando insiste em nivelar os ganhos dos trabalhadores ao Salário Mínimo, negando o pleito reivindicado pela categoria de reajuste nos salários de 20,48%, o que corresponde à variação no período do Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) do IBGE, além de produtividade e aumento real nas faixas salariais.
Sabe-se por intermédio da grande mídia nacional que o setor está passando incólume frente aos efeitos da crise mundial já que com a alta do dólar a expectativa é que as vendas aumentem dentro e fora do país. Segundo analistas, a elevação do dólar e conseqüentemente o realinhamento da moeda americana, se por um lado, eleva o faturamento nas exportações, por outro, inibe a importação de produtos acabados na Ásia (a grande queixa do setor), ampliando a competitividade no mercado interno. Neste cenário, o setor têxtil vem se expandindo em todo o país.
Diante desse quadro de descaso e chantagens perpetradas pela TRIFIL, o SINTRATEC avisa que não vai aceitar que esse discurso de vítima propalado pela fábrica acabe por prejudicar os trabalhadores.
“Estaremos desempenhando nosso papel que é o de mobilizar a categoria por melhores salários e condições dignas de trabalho”, afirma Jéser Cardoso, presidente do SINTRATEC. Nas manifestações, reuniões e assembléias estamos conscientizando os trabalhadores sobre este importante momento de decisão sobre os salários e direitos com o intuito de intensificar a mobilização, unidade e participação, inclusive para uma possível paralisação da produção se necessário for.
“Da nossa atitude é que venceremos a truculência, o desrespeito, o descaso e a falácia patronal de que o país vive um momento de crise econômica e querem jogar a culpa da crise do capitalismo nas costas dos trabalhadores”, finaliza Jéser.
Campanha Salarial 2009
Mais empregos, mais salários!
Os trabalhadores não podem pagar o preço da crise.
SINTRATEC – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia - Filiado à CTB

Trabalhadores têxteis e calçadistas enfrentam uma dura realidade


Em plena campanha salarial, os trabalhadores nas indústrias têxteis e calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia, representados pelo SINTRATEC, vivem uma dura realidade de baixos salários e condições ruins de trabalho, agravada ainda mais pela ameaça patronal de desemprego, que com a desculpa da crise econômica internacional, situação que na realidade não afetou o setor, vem demitindo trabalhadores na região


Até agora as fábricas TRIFIL, Grendene, Kildare, Malwee e Penalty não aceitaram proposta dos trabalhadores de reajuste nos salários de 20,48%, o que corresponde à variação no período do Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) do IBGE, além de produtividade e aumento real nas faixas salariais. As rodadas de negociação têm sido marcadas pelo descaso e desrespeito patronais quando não apresentam contraproposta, utilizando-se da falácia de que a crise mundial está impedindo que as partes entrem em acordo.

Segundo a imprensa nacional, “a crise financeira mundial não impediu o crescimento da indústria têxtil no Brasil. Com o dólar em alta, o setor espera aumentar as vendas dentro e fora do país. Há espaço para crescer. No ano passado, o brasileiro consumiu mais de 7 bilhões de metros de tecido, mas grande parte foi de produtos importados, principalmente da Ásia. Agora, empresários do setor esperam que a crise mundial, que fez o dólar subir, devolva a competitividade da roupa nacional, como o jeans por exemplo” (Portal G1 de 14/01/09).
No setor calçadista a história é a mesma. Segundo afirmou o presidente da Couromoda, Franscisco Santos, a feira internacional de calçados que aconteceu em dezembro passado, em São Paulo, movimentou cerca de R$ 6 bilhões em negócios para o setor.
Segundo Santos, os efeitos da crise ainda não foram sentidos pelo segmento. A situação cambial trouxe de volta clientes que desistiram de participar da feira no ano passado, como empresários do Oriente Médio, da África do Sul e da Grécia. “Eles migraram para produtos asiáticos e agora estão vendo no Brasil uma nova oportunidade de negócios”, afirmou em entrevista ao portal de notícias G1.
Para o SINTRATEC resta aos trabalhadores têxteis e calçadistas não se deixarem levar por mentiras contadas pelo segmento patronal. Está na hora da categoria intensificar a mobilização por melhores salários e condições dignas de trabalho para barrar a intenção dos patrões que só pensam nos lucros exorbitantes sem se preocupar com a vida de quem são os responsáveis diretos por essa alta lucratividade, principalmente a TRIFIL que de outubro até agora já demitiu cerca de 500 trabalhadores, colocando a culpa na crise financeira internacional. Uma desculpa esfarrapada de quem já tem onze anos lucrando com exploração da mão-de-obra dos trabalhadores grapiúnas. Tudo isso para intimidar e assombrar a categoria em plena campanha salarial.

Campanha Salarial 2009

Mais empregos, mais salários!
Os trabalhadores não podem pagar o preço da crise.

SINTRATEC – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia
Filiado à CTB